Qual é a importância da introdução nas apresentações em público?

Speaker!

Quantas vezes você já começou a assistir a um filme e desistiu logo nos primeiros minutos? Certamente, muitas e muitas vezes, não é verdade? Quando isso acontece, é bem provável que a introdução não foi cativante o suficiente.

Nas apresentações em público, acontece algo bastante similar: para que a audiência se interesse por sua fala e decida prestar atenção a ela, a maneira como você começa, isto é, a sua introdução, deve ser interessante e chamativa.

Subestimar a importância da introdução é um erro grave e que compromete muitas exposições orais com conteúdos interessantes. Pensando nisso, vou falar sobre a importância da introdução e quais as melhores maneiras e iniciar uma apresentação em público. Confira!

Qual é a importância da introdução?

Da mesma maneira como você decide parar de assistir a um filme porque os primeiros minutos não foram atrativos, a sua audiência o fará. Ou seja, se a introdução não for envolvente, dificilmente as pessoas prestarão atenção no que está por vir.

Em situações de fala presenciais, essa decisão é refletida de maneira mais sutil: o público continua fisicamente ali, mas pensando em outros assuntos que não são a sua apresentação.

Já no digital, por sua vez, o caminho é mais direto e a audiência simplesmente deixa de assistir e/ou abre outras abas enquanto você fala. De uma maneira ou de outra, há um claro problema nesse processo comunicacional e uma defasagem no diálogo.

A introdução é o momento no qual o comunicador desperta a curiosidade e o interesse do seu público.

Essa é a importância da introdução: chamar a atenção do público, convencendo esse público de que vale mesmo a pena manter o foco e a concentração nos próximos minutos. A introdução diz que algo importante está por ser dito.

Como fazer uma introdução cativante?

Não há uma fórmula fixa para que a introdução seja eficiente. A maneira como ela será feita depende de alguns fatores, como o contexto no qual está inserida a apresentação, o perfil do público e o perfil do próprio comunicador.

Por exemplo: em contextos nos quais isso se aplica, recorrer ao humor para começar uma apresentação é um recurso interessante. Contudo, se o contexto não permite, essa escolha pode ser desastrosa.

Dito isso, vejamos, a seguir, algumas técnicas para criar boas introduções em praticamente qualquer tipo de situação de exposição de fala:

1. Comece a contar uma história

A Storytelling, ou seja, a técnica de saber contar uma história é eficiente em todos os contextos. O motivo, para isso, é o de que as pessoas costumam adorar boas histórias.

Decidir começar a contar uma história já na introdução é uma opção eficiente. Introduções desse tipo são chamativas e despertam a curiosidade do público. Por essa razão, conseguem chamar e reter a atenção das pessoas.

2. Fale sobre o público ou sobre o evento

Criar uma conexão com o público é um dos desafios da introdução. Uma estratégia que dá bons resultados é a de falar sobre o próprio público ou sobre o evento no qual acontece a apresentação.

Entre essas duas opções, a de falar sobre o público é a mais interessante. Ela demonstra que o comunicador sabe com quem está falando, conhece seus desafios, suas histórias. E, desse modo, se cria a conexão da qual falamos.

3. Faça uma pergunta retórica interessante

Iniciar a apresentação com uma pergunta é outro plano eficiente. As perguntas também têm o poder de despertar interesse e reter a atenção da audiência, desde que sejam perguntas bem elaboradas e relacionadas ao tema da exposição.

É interessante destacar que, caso a sua escolha seja a de iniciar a sua fala com uma pergunta, é necessário voltar a ela em algum momento durante a sua fala. Ou em vários deles. Caso contrário, o público sairá com a sensação de que algo não foi dito.

4. Inicie com uma notícia recente

Iniciar a sua exposição oral com uma notícia recente e, sobretudo, relevante é outra maneira eficaz de planejar a introdução. Nesses casos, é de suma importância garantir que a notícia seja, de fato, uma novidade para o público.

Caso de trate de “mais do mesmo”, isto é, de uma notícia velha, a introdução não será boa e, pior que isso, não fará sentido para as pessoas da plateia. Em tempos nos quais se consome e se produz informação rapidamente, a checagem da notícia é essencial.

5. Apresente um problema

Usar a introdução para apresentar um problema também é uma opção interessante. Essa escolha é potencializada caso você ofereça uma solução para esse problema, para esse embate.

Se a apresentação tem como propósito propagar um produto, começar a fala explicando qual é o problema que esse produto resolve é uma opção chamativa e altamente eficaz em seu propósito.

Quais são os principais erros na introdução e como evitá-los?

Quando se tratam das introduções, existem dois erros comuns. Saber quais são eles é fundamental para evitá-los e não colocar em risco toda a sua apresentação por um mau começo.

Quais erros são esses?

– Começar a apresentação pedindo desculpas

Pode não parecer, mas isso é mais comum do que se imagina. Iniciar uma fala pedindo desculpas pelo atraso, por problemas técnicos ou pelo que quer que seja não é uma boa ideia. Isso prejudica a sua imagem e pode provocar o desinteresse no público.

– Falar muito sobre si mesmo na introdução

É até aconselhável apresentar a si mesmo, principalmente em um ambiente novo. Contudo, é necessário prudência para fazer isso e elaborar uma maneira breve e interessante para explicar quem você é e por que está aí.

 

Como vimos, a introdução tem um papel fundamental nas apresentações em público. Dependendo de como são, elas interferem em toda a exposição e na maneira como o público decide viver essa experiência.

Caso ainda tenha dúvidas sobre esse ou outro tema ligado à comunicação, deixe um comentário para a minha equipe! Até a próxima!

 

Fonte:

www.thespeaker.com.br

 

 

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