Oratória para apresentações em público: conheça saberes, atitudes e competências para impulsionar o seu diálogo com o mundo!

Livia Bello

| CEO The Speaker

Muito prazer, meu nome é Lívia Bello, sou CEO e Fundadora da The Speaker, uma empresa que é referência em comunicação e oratória no Brasil.

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Oratória para apresentações em público: conheça saberes, atitudes e competências para impulsionar o seu diálogo com o mundo!

Speaker! Como você está? Espero que muito bem! 

Se você acompanha nossos posts semanais, deve ter percebido que já faz algum tempo que não falamos sobre a oratória para apresentações em público, não é verdade?

No entanto, vejo bons profissionais cometendo erros simples – mas altamente prejudiciais – em exposições, vídeos ou outros tipos de apresentações em público e daí percebo o quanto é importante falar sobre este tema. 

A oratória (como a habilidade de se expressar bem) é uma grande aliada em diversos contextos: no diálogo com um cliente, na negociação por telefone, para escrever e-mails… Porém, nas apresentações em público propriamente ditas, a influência da oratória é ainda mais explícita. 

Nesses contextos, quando alguém sobe em um palco disposto a falar para um público, tal alguém está em evidência. E essa evidência é uma grande oportunidade de inspirar os demais. Mas, se há equívocos que minem a confiança que se transmite, esses tais equívocos também estarão em maior evidência do que em outras situações. 

Falar bem em público é algo que se logra através de um conjunto de ações, que envolvem saberes, habilidades e atitudes. Todo esse conjunto faz parte da boa oratória – que, vale a pena lembrar, não é um dom, mas uma competência. Dessa forma, para que um comunicador tenha uma boa performance nos palcos, é indispensável que esses três grandes pilares estejam presentes e se complementem entre si. 

Na nossa conversa de hoje, vou falar sobre esses três eixos principais da oratória para apresentações em público. Vamos lá? 

Saberes e Conhecimentos: entendendo o que é a oratória! 

A palavra orador faz referência àquele que detém a palavra, mas oratória – aliás, a comunicação como um todo – vai muito além de apenas falar, sem levar em consideração o outro com quem dialogamos. E esse é um dos saberes principais: entender que a comunicação é uma troca, deixando de focar apenas em nós mesmos, inclusive quando estamos no centro das atenções, como nas exposições orais. 

Outro saber essencial é compreender que nos comunicamos através do nosso corpo, da forma como olhamos para o público, do tom de voz que escolhemos para esse ou aquele trecho, do movimento que nossas mãos assumem enquanto falamos. Em outras palavras, a linguagem não-verbal é parte importantíssima em qualquer situação de exposição de fala. 

 

Habilidades e Competências: se falar bem não é um dom, como desenvolver essa condição? 

Sim, falar bem não é um sinal de nascença. Ao contrário, é algo que as pessoas logram através de dedicação, prática e desenvolvimento constantes. Nesse sentido, para que nossa fala esteja clara e interessante, nosso pensamento também deve estar. 

Uma das habilidades mais essenciais para sermos bons comunicadores é desenvolver o raciocínio, estruturando nossas ideias de forma organizada. Para que a comunicação seja eficaz, a audiência (seja ela quem for) precisa entender o que estamos dizendo sem dificuldades e isso só acontece se a nossa fala tiver uma progressão lógica e estiver interligada. 

Outra competência é estarmos sempre prontos para expressar ideias, mesmo sem termos tido tempo suficiente para planejar a nossa fala como gostaríamos. Essa competência é a capacidade de improvisação, que facilita (e muito) o dia a dia daqueles que a possuem. 

Por fim, outra habilidade que impulsiona apresentações em público é saber contar uma história e enxergar histórias até onde os outros só veem números. Criar narrativas a partir de estatísticas, inserir a história de alguém ou própria para abordar uma ideia, apresentar e tentar resolver um problema: tudo isso é storytelling, estratégia eficiente para todo comunicador. 

Atitudes: como agir para ter uma boa imagem pessoal?

A resposta para essa pergunta é: liderança. Um bom comunicador, um comunicador que está acima da média e que logra transmitir uma imagem pessoal confiável e segura é o que consegue agir como um líder, inspirando quem o rodeia através de palavras e de ações.

Atuar como um líder é mostrar paixão pelo que estamos dizendo, é dominarmos bem o assunto do qual falaremos, é não deixar que conflitos de ideias se transformem em confrontos… 

 

Os conhecimentos, atitudes e habilidades que fazem com que sejamos bons comunicadores transformam nossas vidas e nos empoderam. Esses três pilares são importantíssimos para apresentar nossos projetos, tirando nossas ideias da gaveta e partindo para a ação!

 

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