Já falo em público, mas quero melhorar: o que devo fazer?

Livia Bello

| CEO The Speaker

Muito prazer, meu nome é Lívia Bello, sou CEO e Fundadora da The Speaker, uma empresa que é referência em comunicação e oratória no Brasil.

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Já falo em público, mas quero melhorar: o que devo fazer?

Speaker! 

Você já fala em público. Talvez até já tenha feito algum tipo de treinamento quanto a essa habilidade. No entanto, sente (com razão) que pode melhorar. Afinal, sempre há algo a se aprimorar, especialmente em relação à comunicação. 

Quais são as técnicas que mais demandam a sua atenção de agora em diante? Como saber o que lapidar na sua performance e no seu conteúdo?

Essas perguntas são centrais para quem quer continuar na jornada rumo a uma comunicação de excelência e se destacar em meio a tantas e tantas vozes que ouvimos hoje. 

Vamos lá? 

Analise-se em vídeo: a importância do autoconhecimento 

“Conheça a ti mesmo”. Esse aforismo grego, tão reproduzido nos últimos tempos e em contextos tão diferentes, também é certo quando pensamos em continuar aprimorando a maneira como nos comunicamos.

Se você já tem experiência em falar em público, provavelmente tenha um estilo pessoal de se comunicar, com padrões que se repetem uma e outra vez. Entender quais padrões são esses é o primeiro passo. Repare:

– Os aspectos que precisam ser lapidados e aprimorados

– Os seus pontos fortes, para potenciá-los

Diante disso, uma boa estratégia é analisar-se em vídeo, com a ajuda de um especialista, e prestar atenção em você.

Preste atenção nos seus gestos. Nas palavras que usa repetidas vezes. Naquilo que torna a sua comunicação autêntica. Depois disso, é hora de pensar em desenvolver novas habilidades, que vão além do básico. 

Habilidades para além do básico: quais são elas?

Quem está começando a se desenvolver enquanto comunicador se depara com técnicas básicas, ligadas aos três pilares da oratória: a mensagem, a voz e o corpo. Outras competências, por sua vez, vêm complementar essas habilidades essenciais. 

Entre elas, eu destaco: 

– Saber improvisar

Na sua trajetória como comunicador, você deve ter vivido momentos de imprevisto, por mais que tenha se dedicado na preparação da sua apresentação ou discurso, não é verdade?

Por mais que planejemos cada detalhe da nossa fala, estamos, sim, propensos a algum tipo de imprevisto, ao que vai além do script: uma crise de tosse, um problema técnico, um convite inesperado para um discurso…

Para o imprevisto, o improviso. Saber improvisar é se preparar, o máximo possível. E, ao contrário do que muitos imaginam, essa também é uma habilidade. 

– Ouvir atenta e empaticamente

É normal que, no começo da nossa trajetória como comunicadores, direcionemos nossos esforços para aquilo que NÓS estamos dizendo, na NOSSA performance. Contudo, ouvir os demais também é uma estratégia.  

Há uma ideia comum de que nós já nascemos sabendo ouvir atentamente. Não é bem assim. É mais: com o passar do tempo, fazemos isso cada vez menos e precisamos nos policiar, principalmente em um diálogo com as pessoas ao nosso redor. 

Por tudo isso, entender que a escuta ativa também é uma estratégia de comunicação é outro dos passos para se tornar um comunicador ainda melhor do que você já é. 

– Gravar vídeos

Você já fala bem em público, mas e quando esse público é uma tela? 

Muitos dos profissionais que estão me procurando este ano têm uma demanda bem específica: gravar vídeos. Corporativos. De vendas. Aulas. Mesmo quem tem experiência com o falar em público pode “travar” em frente à câmera. 

A dinâmica não-falada é diferente. O espaço físico é bem distinto de um palco ou uma mesa de reuniões. As especificidades são outras. É preciso reaprender a se comunicar, mas nesse contexto singular dos vídeos.

Essa já não é uma competência requisitada apenas para alguns: todos nós teremos que falar para a câmera, mais cedo ou mais tarde. É uma das mudanças que este ano nos trouxe e que devem permanecer. 

 

Tanto a etapa de analisar a sua comunicação pessoal quanto as de desenvolver outras habilidades, como o improviso, a escuta ativa e a gravação de vídeos, demandam a orientação de um profissional.

Alguém que possa dar um parecer sincero e construtivo otimizará o processo, especialmente se você já tem uma trajetória como comunicador e quer se aperfeiçoar ainda mais.

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